25/06/2010

O mundo acha que, com Lula, Brasil já pode mais


No Tijolaço.com:

Não são apenas os brasileiros que estão otimistas com o futuro e as possibilidades do país após a recuperação promovida pelo governo Lula. Pesquisa feita com 325 presidentes-executivos de empresas listadas nas bolsas da Europa e dos Estados Unidos apostam na recuperação completa do Brasil dos efeitos da crise econômica global.

Matéria publicada na BBC Brasil mostra que um em cada 10 executivos de todo o mundo acham que o Brasil será o primeiro país a sair inteiramente da crise, e que a economia brasileira teve um desempenho “muito melhor que o de outros países” na administração da crise. A frente do Brasil, só aparecem a China e os EUA.

É isso que temos visto todos os dias com as notícias sobre o crescimento econômico, o aumento no número de empregos com carteira assinada, no aumento do poder de compra da população e na redução das desigualdades. Apesar da turma do roda presa, o país passa por um momento virtuoso, que apenas a nossa mídia se recusa a enxergar.

O crescimento da classe média brasileira é saudada pelos executivos estrangeiros, que entendem o movimento como salutar para os negócios. Só uma mentalidade muito tacanha defende o crescimento irrisório que o país vinha tendo antes de Lula, assombrado pelo eterno temor da inflação. A riqueza para poucos só gera tristeza e revolta. O Brasil é um país de enorme capacidade, que pode fazer felizes todos os seus habitantes. Mas para isso é preciso um olhar humano, que falta aos neoliberais, sempre mais atentos aos números que às pessoas.

Com as pessoas empregadas e ganhando mais, a roda da economia gira com mais vigor. Lula mostrou isso com as medidas de combate à crise, aumentando a oferta de crédito e mantendo o consumo como antídoto à recessão que ameaçava e com a torcida de alguns.

Um empresário da área de shopping centers ouvido pela pesquisa, que será publicada em julho na revista da NYSE Euronext, grupo que controla bolsas de valores nos EUA e Europa, definiu como vê o atual momento do Brasil: “Estamos vendo um crescimento muito forte das vendas no varejo no Brasil, ao mesmo tempo em que nossos shopping centers ganham uma proporção significante do mercado e a classe média continua a crescer”.

É essa a nova realidade brasileira que a população sabe que se deve ao governo dos últimos oito anos no país e que levará Dilma à Presidência para continuar levando o país nos trilhos do crescimento com distribuição de renda. Hoje, na mesma BBC, um relatório da ONU citou o o Bolsa-Família e um programa semelhante – o Oportunidades, do México – como iniciativas que tiveram impacto também na redução da pobreza e tem sido associados a um declínio da desigualdade de renda de cerca de 2,7 pontos percentuais no Brasil e no México.

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