11/07/2010
Da série Presidentes!
Vladimir Putin
Vladímir Vladímirovitch Putin ; São Petersburgo, 7 de outubro de 1952) é um político russo. Atualmente ocupa o cargo de primeiro-ministro do país, e anteriormente exerceu o cargo de presidente do país (entre 31 de dezembro de 1999 e 7 de maio de 2008).
Putin foi diretor para assuntos externos da KGB da União Soviética. Em 1991 renunciou ao cargo da KGB e prosseguiu na carreira política. Em 1996 foi nomeado diretor de políticas externas no governo do então presidente Bóris Iéltsin.
Em 1999 já era o principal ministro da Rússia, apontado para uma provável sucessão. Na renúncia de Iéltsin em 31 de dezembro do mesmo ano, assumiu como presidente interino e em março de 2000 é eleito presidente da Federação da Rússia.
Em sua administração, Putin procurou a modernização do país e sua integração à Europa, misturando liberdade econômica com um processo de "política fechada" (restabelecimento na prática de um partido único que o apoia integralmente, controlando os meios de comunicação de massas, as organizações não-governamentais.
Vladimir Putin casou-se em 28 de julho de 1983 com Ludmila Alexandrovna Putina, com quem teve duas filhas, Maria e Catarina.
Eleito com quase sessenta milhões de votos no primeiro turno, em março de 2000, Putin mudou, no ano seguinte, o hino nacional russo. Nas eleições de 2004, conseguiu mais de 70% dos votos. Sua popularidade permitiu que seus poderes fossem ampliados com a ajuda do legislativo. Seus mandatos foram marcados por grande repressão aos rebeldes na Chechênia. Em 1 de setembro de 2004, terroristas invadiram uma escola em Beslan, o que, dias depois, terminaria na morte de 186 crianças. A diretoria internacional responsabilizou Putin pelo massacre, visto a política imposta aos rebeldes chechenos. Alguns acusaram Putin de incentivar a ação terrorista, para justificar uma maior repressão contra os rebeldes.
Putin também é acusado de cercear a liberdade de imprensa no país; grupos ligados à atividade o acusam da morte de dois jornalistas russos: Anna Politkovskaia e Alexander Litvinenko, que faziam oposição a seu governo, sobretudo sob a maneira de conduzir o conflito na Chechênia. O presidente russo negou todas as acusações. Treze jornalistas já morreram na Rússia desde a ascensão de Putin ao cargo.
Em 10 de fevereiro de 2007, Putin acusou os Estados Unidos de estarem se utilizando da força para impor sua vontade sobre o mundo, além de promover uma nova corrida armamentista. Suas declarações foram rechaçadas indiretamente pelo secretário de segurança norte-americano, Robert Gates, dizendo que "uma guerra fria já havia sido suficiente".
Apesar das críticas à sua posição autoritária, feitas principalmente pela imprensa internacional, Putin teve alto índice de aprovação entre os russos - 77% em julho de 2006. Sua posição quanto a nacionalização do petróleo e controle dos meios de comunicação encontram respaldo na população, que vêem um futuro mais democrático para o país.
Desde quando tomou posse, em 1999, a economia do país cresceu aceleradamente, chegando a um aumento de 10% do PIB em 2000 - recuperação que ocorre após a crise econômica de 1998, quando a inflação chegou a 86% ao ano.
Entregou a presidência da Rússia a Dmitri Medvedev (eleito em primeiro turno, pelas eleições presidenciais russas, em 2 de março de 2008), no dia 7 de maio de 2008, sendo nomeado pelo mesmo como primeiro-ministro do país.
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Um comentário:
Êle até que foi bem prá êles, lá, mas a cara dele não me agrada,com um olhar frio que mete mêdo!
Helena
Postar um comentário