A Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo encaminhou ofício à Justiça Eleitoral para adoção das medidas cabíveis contra possível crime eleitoral cometido pelo candidato Francisco Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca.
O Ministério Público Eleitoral se baseou em notícia publicada na revista "Veja", que informou que o humorista declarou ao TSE não possuir nenhum bem, pois teria colocado todo o seu patrimônio em nome de terceiros, depois de responder a processos trabalhistas de sua ex-mulher.
A procuradoria afirma, ainda, que na consulta à ficha do candidato consta a informação "nenhum bem declarado".
Tiririca é candidato a deputado federal pelo PR em São Paulo. Entre suas propostas, pretende atender o povo do nordeste, que segundo ele, é muito discriminado. Também quer criar incentivos para artistas de circo. Na educação, quer incluir nas escolas atividades como artesanato, canto e costura.
Tiririca tem forte ligação com sua mãe, que incentiva a sua candidatura. Foi ela quem lhe deu o apelido pelo qual se tornou conhecido.
Embora diga no horário eleitoral gratuito que, se eleito, pretende ajudar "inclusive" sua família, Tiririca já foi destaque de páginas policiais em um caso violência doméstica. Em 1998, o palhaço foi levado de camburão à 6º Delegacia Seccional de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, acusado de agredir a tapas Rogéria Mariano da Silva, sua mulher. Mais tarde, ela retirou a queixa. Informações da Folha.

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