Por Juca Kfouri*
O Argentinos Juniors terminou o primeiro tempo no Engenhão, com menos torcedores do que se esperava, ganhando de 1 a 0 do Fluminense.
Mais correto seria dizer “só” de 1 a 0.
Porque se estivesse 3 a 0 não seria exagero, dadas as oportunidades criadas pela equipe portenha.
Houve até um lance em que a bola parece ter entrado, embora não tanto como no lance não validado de Renato Cajá, no domingo.
Mas o campeão brasileiro, sem Fred, suspenso, estava simplesmente irreconhecível, nervoso, ansioso, exceção feita ao também argentino Conca e a Souza.
A defesa, então, era uma peneira.
Muricy Ramalho deve ter feito um escândalo no intervalo.
Sim, porque o gol argentino, de Franco Niell, aos 44 minutos, foi feito de cabeça, da entrada da área, e seu autor mede 1,62m.
E Muricy sacou Willians, uma nulidade, para botar Rodriguinho.
E a verdade é que o Flu voltou melhor, muito melhor, jogando futebol e obrigando o goleiro rival a se virar.
Até que o He-Man desencantou e mostrou que o tricolor fez bem em contratá-lo, ao empatar o jogo aos 12, de cabeça, em bola cruzada por Carlinhos, pela esquerda, com perfeição.
O desempate só não veio em seguida porque o goleiro Navarro fez uma senhora defesa em chute de Mariano, pela direita.
Só dava Flu e Rafael Moura, três gols em dois jogos, até chapéus distribuia.
Mas, estranhamente, o time, impaciente ao não conseguir a virada imediatamente, começou a jogar na base do chuveirinho.
E a mostrar nervosismo outra vez.
Aí, aconteceu o Sobrenatural de Almeida, aos 25
Bola cruzada, falha de Diego Cavalieri e gol.
De cabeça.
De Niell.
Com 1,62m!!!
A torcida começou a pedir um dos heróis do título do Brasileirão: o goleiro Ricardo Berna.
Menos mal que, três minutos depois, também outra vez, o He-Man, de cabeça, aproveitando passe de Mariano, empatou.
15.900 torcedores festejaram. Outros 39 se calaram, mas por pouco tempo, porque o empate era ótimo para o Argentinos Juniors.
Seja como for, para a maioria esmagadora, o Flu voltava a ser de guerreiros.
E criou pelo menos duas boas chances para fazer 3 a 2, embora as vaias para Cavalieri continuassem a tal ponto que Muricy Ramalho se irritou e mostrou o distintivo do Flu para os torcedores.
Enfim, dos males o menor: o campeão brasileiro, ao menos, não perdeu.
E aprendeu que a parada em Buenos Aires será duríssima, porque, para variar, a equipe portenha de boba não tem nada.
Ao contrário.
O Argentinos Juniors terminou o primeiro tempo no Engenhão, com menos torcedores do que se esperava, ganhando de 1 a 0 do Fluminense.
Mais correto seria dizer “só” de 1 a 0.
Porque se estivesse 3 a 0 não seria exagero, dadas as oportunidades criadas pela equipe portenha.
Houve até um lance em que a bola parece ter entrado, embora não tanto como no lance não validado de Renato Cajá, no domingo.
Mas o campeão brasileiro, sem Fred, suspenso, estava simplesmente irreconhecível, nervoso, ansioso, exceção feita ao também argentino Conca e a Souza.
A defesa, então, era uma peneira.
Muricy Ramalho deve ter feito um escândalo no intervalo.
Sim, porque o gol argentino, de Franco Niell, aos 44 minutos, foi feito de cabeça, da entrada da área, e seu autor mede 1,62m.
E Muricy sacou Willians, uma nulidade, para botar Rodriguinho.
E a verdade é que o Flu voltou melhor, muito melhor, jogando futebol e obrigando o goleiro rival a se virar.
Até que o He-Man desencantou e mostrou que o tricolor fez bem em contratá-lo, ao empatar o jogo aos 12, de cabeça, em bola cruzada por Carlinhos, pela esquerda, com perfeição.
O desempate só não veio em seguida porque o goleiro Navarro fez uma senhora defesa em chute de Mariano, pela direita.
Só dava Flu e Rafael Moura, três gols em dois jogos, até chapéus distribuia.
Mas, estranhamente, o time, impaciente ao não conseguir a virada imediatamente, começou a jogar na base do chuveirinho.
E a mostrar nervosismo outra vez.
Aí, aconteceu o Sobrenatural de Almeida, aos 25
Bola cruzada, falha de Diego Cavalieri e gol.
De cabeça.
De Niell.
Com 1,62m!!!
A torcida começou a pedir um dos heróis do título do Brasileirão: o goleiro Ricardo Berna.
Menos mal que, três minutos depois, também outra vez, o He-Man, de cabeça, aproveitando passe de Mariano, empatou.
15.900 torcedores festejaram. Outros 39 se calaram, mas por pouco tempo, porque o empate era ótimo para o Argentinos Juniors.
Seja como for, para a maioria esmagadora, o Flu voltava a ser de guerreiros.
E criou pelo menos duas boas chances para fazer 3 a 2, embora as vaias para Cavalieri continuassem a tal ponto que Muricy Ramalho se irritou e mostrou o distintivo do Flu para os torcedores.
Enfim, dos males o menor: o campeão brasileiro, ao menos, não perdeu.
E aprendeu que a parada em Buenos Aires será duríssima, porque, para variar, a equipe portenha de boba não tem nada.
Ao contrário.
Fonte: Blog do Juca
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